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Escrito por Joviane Moura
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As neurose são perturbações nervosas sem lesão anatômica nem sintomatologia definida. O deixava desnorteada a medicina e sua Anatomia Patológica.
Charcot estava procurando uma correlato orgânico nas manifestações histéricas. Ele muda esse ponto de vista e declara que a histeria escapa mesmo às mais profundas investigações anatômicas. Mas ele consegue ver nessa patologia uma sintomatologia definida. Ele classifica a histeria no campo das perturbações fisiológicas do sistema nervoso e é a partir daí que ele começa a utilizar a hipnose como forma de intervenção clínica. |
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Leia mais... [A Hipnóse e a Associação Charcot-Freud]
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Escrito por Joviane Moura
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A angústia tanto fenomenologicamente quanto em termos de teoria vem a fazer articular todo o discurso psicanalítico, o discurso do sujeito e o acesso ao real – aquilo que não engana. Se em Freud a angústia é caracterizada pela ausência do objeto, ou pela perda de um objeto, em Lacan ela se relaciona à presença do objeto. Contudo, a um objeto particular, o objeto da psicanálise, o objeto a.
Aqui será feita uma reflexão sobre o conceito de angustia e sua importância na construção da teoria e prática psicanalítica e na constituição do sujeito em sua individualidade e subjetividade frente ao mundo. |
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Leia mais... [A teoria da angústia na psicanálise]
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Escrito por Cida Melo
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Neurose Obsessiva
A neurose obsessiva se configura como a mais interessante e mais rica de simbolizações dentre as neuroses e apresenta-se como a mais regressiva das estruturas neuróticas no plano libidinal. |
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Leia mais... [Neurose Obsessiva]
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Escrito por Cida Melo
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Neurose Histérica
A estrutura histérica é a que mais se aproxima daquilo designado como normal; nela o controle do ego é derrubado, ocorrendo ações a que o ego não visa. A denominação histérica vem do grego “hysteron” que significa útero e como foi percebida entre as mulheres naqueles tempos, denominou-se histéricas as mulheres que apresentavam quadro de sintomas comuns. |
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Leia mais... [Neurose Histérica]
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Escrito por Flora Fernandes
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Freud busca nesse texto fazer considerações a respeito da natureza da melancolia comparando-a com o afeto normal do luto e limitando-se a discutir apenas suas manifestações de origem psicogênica. A correlação colocada por Freud entre luto e melancolia justifica-se pela semelhança no quadro geral dessas duas manifestações. O luto caracteriza-se pela reação normal relativa à perda de um ente querido e a melancolia, hoje nomeada como depressão, é um diagnóstico de grande incidência na população mundial. Tenta-se a seguir fazer breve apanhado desse escrito de Freud relacionando-o com outros estudos na área.
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Leia mais... [Considerações sobre Luto e Melancolia (Trauer und Melancolie) de Freud]
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Escrito por Instituto FCCL-Rio
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O que não cessa de se escrever no sintoma: …reticências! (cf.: Lacan, R.S.I.). Pontos que marcam a interrupção da frase, a suspensão de uma melodia, a pausa que indica que há mais a dizer. Toda a variedade do sintoma o aproxima das reticências: a dúvida e a hesitação da neurose obsessiva, as pausas motoras na conversão histérica, as inibições nas fobias e abulias, a angústia com formação de sintoma e seus efeitos de despersonalização, ou ainda uma formação sintomática completa, sem angústia. O sintoma é a cruz que impede que tudo funcione… uma pedra no meio do caminho para o mestre. |
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Leia mais... [Nomes do Sintoma: de Freud a Lacan]
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Escrito por Joviane Moura
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A associação livre é o método terapêutico por excelência da psicanálise. Freud o inventou em substituição ao hipnotismo no tratamento das neuroses. Começou a utilizá-la no tratamento de Elizabeth Von R. que solicitou que Freud a deixasse associar livremente, sem pressionar a busca de uma lembrança específica. |
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Leia mais... [O Método da Associação Livre]
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