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Escrito por Revista Mente e Cérebro
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Quanto menor a área de pele, mais densamente ela é povoada por receptores táteis; execução de tarefas manuais minuciosas costuma ser uma habilidade feminina
Resultados de um estudo recémpublicado no The Journal of Neuroscience por cientistas da Universidade McMaster em Ontário, no Canadá, apresentam evidências de que mãos com dedos menores têm sensibilidade tátil mais apurada.
A pesquisa explica por que, em geral, mulheres têm maior, capacidade de discriminar o toque. Embora os neurocientistas já soubessem da diferença de gênero para esse sentido, só agora foi possível demonstrar que o fator determinante dessa sensibilidade é, na verdade, o tamanho dos dedos.
Esse efeito ocorre porque quanto menor a área da pele, mais densamente ela é povoada por receptores táteis, o que a torna mais sensível ao toque. Assim, é possível que homem de mãos pequenas tenha os dedos mais sensível. |
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Escrito por Revista Mente e Cérebro
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Ter a companhia de palhaços antes de uma cirurgia reduz a ansiedade de crianças entre 3 e 8 anos tanto quanto uma dose de medicamento ansiolítico. Essa é a conclusão de um grupo de cientistas da Universidade de Tel Aviv, em Israel.
Eles dividiram os pacientes em três grupos: um deles recebeu uma dose do analgésico midalozan 30 minutos antes da cirurgia; o segundo teve a visita de dois palhaços em três momentos: na chegada à ala pré-operatória do hospital, durante a entrada na sala de cirurgia e na aplicação da máscara de anestesia.
No grupo-controle nenhum tratamento ansiolítico foi usado. Publicados na revista Pediatric Anaesthesia, os resultados mostraram que a terapia farmacológica foi tão eficaz quanto a lúdica e que ambas são melhores que qualquer outro tratamento. O estudo fornece bons argumentos para que hospitais invistam mais em projetos como Doutores da Alegria. |
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Escrito por G1, Bom Dia Minas
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Crimes em série têm assustado moradores da região metropolitana de Belo Horizonte. Há semanas a polícia procura o responsável pelo assassinato de pelo menos três mulheres na Grande BH. Análises do material genético comprovaram que esse mesmo homem, além de matar, também estuprou as vítimas.
O que leva uma pessoa a destruir vidas e famílias de forma tão cruel é uma pergunta que vários de nós nos fazemos. Para falar sobre isso, o Bom Dia Minas convidou a psicóloga clínica e jurídica, professora de psicologia jurídica e perita judicial Suely Lambertucci.
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Leia mais... [Perfil dos assassinos em série: especialista explica como funciona a mente de um maníaco (Vídeo)]
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Escrito por Folha Online
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Não há nada simples na fala, nem no atraso da fala - a começar pelo desafio de seu diagnóstico.
Todo pediatra conhece a frustração de tentar qualificar habilidades da fala e da linguagem de uma criancinha que chora. Quantas palavras ele consegue dizer? Ela consegue colocar duas ou mais palavras juntas numa frase? Outras pessoas, que não você, conseguem entendê-lo quando ele fala? Perguntas como essas, feitas aos pais, são os parâmetros rápidos e crus que muitas vezes usamos.
Crua ou não, a avaliação é crucial: quanto mais cedo ela é feita, mais cedo a criança com atraso na fala pode receber ajuda. Quanto mais cedo a ajuda, melhores as perspectivas. |
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Leia mais... [Criança com atraso na fala pode precisar de ajuda profissional]
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Escrito por Revista Mente e Cérebro
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Falar da própria vida e de sentimentos por meio de canções é um recurso terapêutico que auxilia na reconstrução da identidade.
Falar da própria vida escolhendo músicas para expor sentimentos e vivências pode ser um recurso terapêutico que auxilia na reconstrução da identidade e ajuda a melhorar a qualidade de vida de portadores de doenças crônico-degenerativas. Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) usaram a técnica em oito pacientes com esclerose múltipla, distúrbio neurológico progressivo que afeta adultos jovens e compromete principalmente os movimentos.
Os resultados foram publicados nos Arquivos de Neuro-Psiquiatria. Depois de escolher entre 10 e 15 músicas, os pacientes participaram de uma entrevista aberta na qual explicaram suas experiências pessoais com cada uma. A análise dos conteúdos mostrou que prevaleceram relatos associados à consciência emocional e corporal e primeiros relacionamentos.
Segundo os autores, a técnica da “autobiografia musical” permitiu que eles expressassem afetos, frustrações e desejos, reorganizando-os no contexto da doença e elaborando o senso de continuidade da vida. Pela primeira vez aplicado a pacientes com esclerose, o recurso terapêutico deve ser considerado como mais uma estratégia no tratamento multidisciplinar do distúrbio, recomendam os autores. |
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Escrito por G1, Da France Presse
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Teste foi feito nos EUA com 39 adultos jovens, onde quem tirou cochilo conseguiu memorizar mais informações.
Dormir uma sesta não apenas renova o cérebro, como também melhora as habilidades mentais, afirma um estudo divulgado na conferência anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS), celebrada no fim de semana em San Diego, Califórnia. |
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Leia mais... [Dormir depois do almoço melhora as habilidades mentais, afirmam cientistas]
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Escrito por BOL Notícias
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Internet, celulares, computadores, laptops. Parece impossível imaginar a vida moderna sem essas palavrinhas. A tecnologia está presente em praticamente todas as etapas da nossa vida --do lazer ao trabalho-- e também pode ser de grande ajuda na educação.
Além dos inúmeros dispositivos eletrônicos que podem facilitar a vida do aluno na volta às aulas --a Folha selecionou dez deles-- há diversos sites que complementam o aprendizado.
Foi-se o tempo em que era necessário o estudante ter muitos programas no computador. A palavra de ordem é mobilidade. Com uma conexão de internet, o aluno pode ter acesso a vários endereços que auxiliam nos estudos.
A organização de horários, metas e objetivos escolares se torna muito mais fácil com o uso do Mindmeister (mindmeister.com), que permite salvar notas e arquivos de organização pessoal, além de possibilitar o compartilhamento dos documentos.
O Google Docs (docs.google.com) ajuda nas mais essenciais tarefas do mundo acadêmico: criar e editar textos, planilhas e apresentações. A vantagem é que você pode acessá-los de qualquer local e a edição é permitida por mais de uma pessoa ao mesmo tempo.
Para pesquisas, uma referência é a Wikipédia (wikipedia.com), enciclopédia livre que tem mais de 500 mil artigos em português disponíveis para consulta.
Se você não encontrou o que procurava, pode ser uma boa perguntar no Yahoo! Respostas (br.answers.yahoo.com), uma rede colaborativa na qual os usuários recebem pontos para responder as perguntas dos outros. Em ambos os sites, fique atento às fontes das informações. Línguas
O site iTalki (italki.com) é uma rede social para estudantes interessados em aprender novas línguas pela internet. Nele, você pode encontrar professores on-line e pagar por aulas, ou aprender outro idioma com outros usuários do site e utilizando ferramentas gratuitas da rede.
Para quem prefere aprender sozinho, no velho esquema de exercícios e arquivos de áudio, uma opção é o site da BBC (bit.ly/aprendainglesbbc), que oferece diversas tarefas e leituras, para todos os níveis.
A empresa de comunicação Deutsche Welle (bit.ly/aulasdealemao) vai na mesma linha e oferece módulos gratuitos de aulas de alemão. Tanto o site da BBC quanto o da DW têm a interface em português.
Bilbliotecas virtuais
Grandes autores da língua portuguesa e até mesmo livros educativos estão disponíveis na internet.
O Domínio Público (www.dominiopublico.gov.br) é um site do governo federal que oferece mais de mil livros gratuitos. O eBookCult (ebookcult.com.br) disponibliza material didático.
O UOL Biblioteca (biblioteca.uol.com.br) possui uma vasta seleção do que está disponível para leitura na rede. Tem uma lista de dicionários on-line, guia de jornais e revistas e até um especial sobre a reforma ortográfica.
Fonte: BOL Notícias
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Escrito por Folha Online
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A pobreza pode deixar profundos e permanentes efeitos biológicos em crianças pequenas que, quando adultas, correm mais riscos de sofrer problemas de saúde e ter renda mais baixa, revelou uma pesquisa apresentada no último fim de semana em San Diego, Califórnia.
Cientistas americanos definiram "uma biologia da pobreza" entre adultos que passaram a infância em um ambiente de pobreza, principalmente entre aqueles que viveram na miséria antes dos cinco anos de idade, segundo o estudo publicado no domingo, na reunião anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS).
"A pobreza tem o potencial de modificar profundamente a neurobiologia da criança pequena em desenvolvimento", e pode afetar diretamente toda a sua vida, afirma Greg Duncan, da Universidade da Califórnia.
A primeira infância é um "momento crucial para estabelecer a arquitetura do cérebro que dá forma ao futuro cognitivo, social e de bem-estar emocional da criança", explica o estudo.
"As crianças que crescem em um ambiente desfavorável mostram níveis desproporcionais de reação ao estresse, e isso é notado a nível de exames hormonais, neurológicos e de perfis epigenéticos", diz Thomas Boyce, da Universidade da Columbia Britânica, no Canadá.
Para medir os efeitos socioeconômicos destes marcadores neurobiológicos da pobreza, os pesquisadores analisaram dados demográficos de 1.589 adultos nascidos entre 1968 e 1975, incluindo o nível de renda de suas famílias e os anos de educação alcançados, além de dados sobre sua saúde e antecedentes penais.
"Diferenças notáveis" foram percebidas entre as vidas adultas daquelas crianças, de acordo com o nível socioeconômico antes dos seis anos.
"Em comparação com crianças cujas famílias registravam renda pelo menos duas vezes mais alta que a linha de pobreza durante sua primeira infância, as crianças pobres tiveram dois anos a menos de escolaridade em média, trabalham 451 horas a menos por ano e ganham menos da metade", indica o estudo.
Estas crianças também receberam de adultos mais de US$ 800 a mais por ano em cupons de alimentos, e foram duas vezes mais propensas a ter uma saúde em geral deficiente ou altos níveis de estresse psicológico.
As crianças pobres também acabaram mais gordas que as ricas, assim como mais propensas a apresentar sobrepeso na vida adulta.
Além disso, homens pobres desde a infância têm o dobro de chances de serem presos, e as mulheres, seis vezes mais chances de se tornarem mães solteiras.
A pesquisa, a primeira com estas características realizada nos Estados Unidos, também demonstrou que se uma família pobre recebe US$ 3.000 por ano a mais por meio da assistência social do governo por ter um filho de menos de cinco anos, quando adulto esta criança ganhará 17% a mais e trabalhará 135 horas a mais por ano.
"Este estudo prova que as políticas de bem-estar social dirigidas a famílias americanas pobres com crianças pequenas produzem resultados palpáveis."
Segundo os autores do estudo, quatro milhões de crianças nos Estados Unidos viviam na pobreza em 2007.
Para Jack Shonkoff, da Universidade de Harvard, a pesquisa oferece "uma oportunidade magnífica para aprender mais sobre a biologia da pobreza, que pode ajudar a desenvolver novas ideias e mitigar o impacto da precariedade no emprego e proteger melhor as crianças pequenas".
Fonte: Folha Online
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